quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Veja: Alcoolismo - É possivel prevenir a doença sem cortar a bebida [?]

Olha o que saiu na Veja dessa semana (09/09/2009)

Bebedores de risco [...] Vez por outra, cometem alguns deslizes, mas nada que desperte muita atenção ou faça soar o alarme de que um hábito agradável [agradável, sim, mas é seguro? Se você perguntar a qualquer alcoólico sobre o hábito de beber, ele irá dizer que é agradável, mas qualquer pessoa consciente irá concordar que esse é um vício altamente perigoso – se é que existe algum vício que não seja] começa a degenerar em vício [...] Mas o limite que separa esse tipo de bebedor do abismo é muito tênue.

[...] Existe um processo indolor, uma progressão em terreno inofensivo [aos olhos do bebedor] que conduz lentamente ao alcoolismo patológico.

A ajuda que os médicos podem dar aos bebedores constantes não viciados [constantes não viciados, é possível isso? Está parecendo mais aquela conversa de porta de botequim: a hora que quiser eu paro de beber] é a “redução de danos”. Aderir a ela implica em reduzir a quantidade e a frequência com que a pessoa bebe sem obrigá-la à privação total. [Veja a quanto risco esse artigo expõe a pessoa. Ele posiciona a pessoa numa zona de conforto (mesmo dizendo que é risco, afirma que a pessoa pode ficar bem pertinho do “abismo” sem cair nele). E o que é pior esse artigo está na seção saúde da Veja. Isso é saúde?]

Nota do editor: Um bom exemplo foi mostrado de uma pessoa procurada pela repórter de Veja, Maria Cristina de Camargos, ex-bebedora de risco. Veja seu depoimento: “Quis ser radical na escolha do meu tratamento. Não podia mais conviver com a preocupação do meu marido e das minhas filhas em relação a mim. Além disso, tinha medo de decepcioná-los. Por isso optei por ser medicada e me livrar da bebida uma vez por todas. Durante três meses usei a medicação e, por quatro anos, freqüentei um grupo de apoio. Há sete anos não sei o que é sentir o gosto do álcool. Nenhum tratamento seria eficaz, porém, sem a compreensão e a paciência da minha família. Sem eles, na verdade, não teria nem mesmo notado que estava me tornando que estava me tornando alcoólatra.”

Se ficasse sendo tratada como “bebedora constante não viciada” por esses profissionais, será que venceria o vício? Ela já respondeu no seu depoimento!

O que a Bíblia diz sobre o alcoolismo: "O vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; todo aquele que por eles é vencido não é sábio" (Provérbios 20:1). "Ouve, filho meu, e sê sabio; guia retamente no caminho o teu coração. Não estejas entre os bebedores de vinho nem entre os comilões de carne. Porque o beberrão e o comilão caem em pobreza; e a sonolência vestirá de trapos o homem" (Provérbios 23:19-21). "Para quem são os ais? Para quem, os pesares? Para quem, as rixas? Para quem, as queixas? Para quem, as feridas sem causa? E para quem, os olhos vermelhos? Para os que se demoram em beber vinho, para os que andam buscando bebida misturada. Não olhes para o vinho, quando se mostra vermelho, quando resplandece no copo e se escoa suavemente. Pois ao cabo morderá como a cobra e picará como o basilisco. Os teus olhos verão cousas esquisitas, e o teu coração falará perversidades. Serás como o que se deita no meio do mar e como o que se deita no alto do mastro e dirás: Espancaram-me, e não me doeu; bateram-me, e não o senti; quando despertarei? Então tornarei e beber" (Provérbios 23:29-35). "Palavras do rei Lemuel, de Massá, as quais lhe ensinou sua mãe. Que ti direi, filho meu? Ó filho do meu ventre? Que ti direi, ó filho dos meus votos? Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos, às que destroem os reis. Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes desejar bebida forte. Para que não bebam, e se esqueçam da lei, e pervertam o direito de todos os aflitos. Dai bebida forte aos que perecem e vinho, aos amargurados de espírito; para que bebam e se esqueçam da sua pobreza, e de suas fadigas não se lembrem mais" (Provérbios 31:1-7).

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Álcool com moderação faz bem? Especialistas duvidam

Estudos que apontam 'efeito benéfico' estão cheios de falhas metodológicas.
(mesmo sendo alguns artigos mais antigos, decidi juntá-los por causa do benefício)

Até agora, trata-se de uma ladainha familiar: vários estudos sugerem que o álcool, se consumido com moderação, pode promover a saúde cardíaca e até mesmo prevenir a diabetes e a demência. São tantas evidências que alguns especialistas consideram o consumo moderado da bebida – cerca de uma dose por dia para mulheres, duas para os homens – um componente central de um estilo de vida saudável. Porém, e se tudo isso for um grande engano?

Para alguns cientistas, essa pergunta nunca vai embora. Nenhum estudo, afirmam os críticos, jamais provou uma relação causal entre o consumo moderado de álcool e a diminuição no risco de morte – somente que os dois elementos geralmente estão juntos. Pode ser que o consumo moderado de álcool seja apenas algo que as pessoas saudáveis tendem a fazer, não algo que as torna saudáveis.

"Quem bebe moderadamente tende a fazer tudo certo – eles se exercitam, não fumam, comem bem e bebem moderadamente", disse Kaye Middleton Fillmore, sociólogo aposentado da Universidade da Califórnia, em São Francisco, que criticou a pesquisa. "É muito difícil desmembrar todos esses fatores, e este é o verdadeiro problema."

Alguns pesquisadores afirmam estarem assombrados pelos erros cometidos em estudos sobre terapia de reposição hormonal, que foi amplamente prescrita por anos com base em estudos observacionais similares àqueles sobre o álcool. Perguntas também foram levantadas em relação às relações financeiras que brotaram entre a indústria de bebidas alcoólicas e muitos centros acadêmicos, que aceitaram dinheiro da indústria para o pagamento de pesquisas, treinamento de estudantes e promoção das descobertas.

Nem um único estudo
"O fato é que não houve um estudo sequer realizado sobre o consumo de álcool e os resultados de mortalidade que seja um 'padrão de ouro' – o tipo de testes clínicos controlados e randômicos que seriam exigidos para aprovar um novo agente farmacêutico neste país", disse Dr. Tim Naimi, epidemiologista do Centro de Controle e Prevenção de Doenças.

Até mesmos ávidos defensores do consumo moderado de bebida alcoólica suavizam suas recomendações com alertas sobre os perigos do álcool, que tem sido atrelado a câncer de mama e pode levar a acidentes, mesmo se consumido em pequenas quantidades, além de estar relacionado a doenças do fígado, câncer, problemas cardíacos e derrames, se consumido em grandes quantidades.

"É muito difícil formar uma mensagem única, pois uma coisa não serve para todos aqui, e a mensagem de saúde pública tem de ser bastante conservadora", disse Dr. Arthur L. Klatsky, cardiologista em Oakland, Califórnia, autor de um estudo significativo no começo da década de 1970 que descobriu que membros da Kaiser Permanente (a maior organização nos Estados Unidos para serviços de saúde abrangentes) que bebiam com moderação tinham menos probabilidade de serem hospitalizados devido a ataques cardíacos, em comparação aos abstêmios. Desde então, ele tem recebido bolsas de pesquisa financiadas por uma fundação da indústria de bebidas alcoólicas, apesar de observar que pelo menos um de seus estudos descobriu que o álcool aumenta o risco de hipertensão.

"Pessoas que não conseguem parar em uma ou duas doses por dia não deveriam beber. Aquelas com doenças no fígado também não devem beber", disse Klatsky. Por outro lado, "o homem de 50 ou 60 e poucos anos que tem um ataque cardíaco e decide se recuperar, abrindo mão de sua taça de vinho à noite – essa pessoa estaria melhor se fosse um consumidor moderado de álcool".

Cautela
Organizações de saúde têm expressado suas recomendações com cautela. A Associação Americana do Coração afirma que as pessoas não deveriam começar a beber para se proteger de doenças cardíacas. As diretrizes de dieta dos Estados Unidos, de 2005, afirmam que "o álcool pode ter efeitos benéficos quando consumido com moderação".

Essa associação foi feita pela primeira vez no começo do século 20. Em 1924, um biólogo da Johns Hopkins, Raymond Pearl, publicou um gráfico com uma curva em forma de "U", suas pontas em ambos os lados representando os maiores índices de morte de bebedores frequentes e abstêmios; no meio, estavam os bebedores moderados, com os menores índices. Dezenas de outros estudos observacionais replicaram essas descobertas, particularmente em relação a doenças cardíacas.

"Com exceção do fumo e do câncer de pulmão, essa é provavelmente a associação mais estabelecida no campo da nutrição", disse Eric Rimm, professor associado de epidemiologia e nutrição da Escola de Saúde Pública de Harvard. "Existem provavelmente pelo menos cem estudos até agora, e o número cresce a cada mês. Isso faz o tema ser único."

Acredita-se que o álcool reduza as doenças coronarianas, pois, conforme se descobriu, ele aumenta o colesterol "bom", HDL, e tem efeitos anticoagulantes. Outros benefícios também têm sido sugeridos. Um pequeno estudo na China descobriu que pacientes mais velhos com deficiência cognitiva que bebem com moderação não se deterioram tão rapidamente quanto abstêmios. Um relatório do Framingham Offspring Study descobriu que consumidores moderados de álcool tiveram maior densidade mineral do em seus ossos da bacia do que abstêmios. Pesquisadores relataram que consumidores moderados têm menos probabilidade, em relação aos abstêmios, de desenvolver diabetes. Aqueles indivíduos com diabetes tipo 2 que bebem levemente têm menos tendência a desenvolver doenças coronarianas.

Quem são os abstêmios?
No entanto, os estudos que comparam bebedores moderados com abstêmios têm sido criticados nos últimos anos. Os críticos questionam: Quem são esses abstêmios? Por que eles evitam o álcool? Existe algo que os deixa mais suscetíveis a doenças cardíacas?

Alguns pesquisadores suspeitam que o grupo de abstêmios pode incluir "ex-bebedores doentes", ou seja, pessoas que pararam de beber por causa de alguma doença cardíaca. As pessoas também tendem a reduzir o consumo de bebida à medida que envelhecem, o que faria do abstêmio padrão uma pessoa de mais idade – e presumivelmente mais suscetível a doenças – em relação à pessoa que bebe com moderação.

Em 2006, pouco depois que Fillmore e colegas publicaram uma análise crítica afirmando que grande parte dos estudos sobre o álcool revisados por eles tinha falhas, Dr. R. Curtis Ellison, médico da Universidade de Boston, defensor dos benefícios do álcool, fez uma conferência sobre o tema. Um resumo da conferência, publicado um ano depois, dizia que os cientistas haviam chegado a um "consenso" de que o consumo moderado de álcool "mostrou ter efeitos predominantemente benéficos à saúde".

O encontro, como grande parte do trabalho de Ellison, foi parcialmente financiado por bolsas concedidas pela indústria. O resumo foi escrito por ele e Marjana Martinic, vice-presidente sênior do Centro Internacional para Políticas do Álcool, um grupo sem fins lucrativos apoiado pela indústria. O centro pagou por dez mil cópias do resumo, incluídos em páginas avulsas gratuitas em duas publicações médicas, "The American Journal of Medicine" e "The American Journal of Cardiology".

Independência?
Em entrevista, Ellison afirmou que sua relação com a indústria não influencia seu trabalho, acrescentando que "ninguém olharia nossas críticas se não apresentássemos uma visão equilibrada". Fillmore e os co-autores de sua análise postaram um comentário online afirmando que o resumo embelezou algumas das divisões profundas que polarizaram o debate na conferência. "Também questionamos as conclusões de Ellison e Martinic de que o consumo mais frequente de bebida alcoólica é o maior indicador de benefícios à saúde", escreveram eles.

Fillmore recebeu apoio da Fundação de Educação e Reabilitação do Álcool da Austrália, um grupo sem fins lucrativos que trabalha para prevenir o abuso de álcool e outras substâncias. Ellison disse que a análise de Fillmore ignorou novos estudos que corrigiam os erros metodológicos de trabalhos anteriores. "Ela acabou dispensando o essencial", disse ele.

Enquanto isso, duas questões centrais permanecem sem solução: se abstêmios e consumidores moderados de álcool são fundamentalmente diferentes e, se forem, se são essas diferenças que fazem com que eles vivam mais, em vez de seu consumo alcoólico.

Naimi, do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, que elaborou um estudo observando as características de consumidores moderados de álcool e abstêmios, afirma que os dois grupos são tão diferentes que simplesmente não podem ser comparados. Pessoas que bebem com moderação são mais saudáveis, mais ricas e mais instruídas, inclusive recebem melhor assistência médica, apesar de terem mais probabilidade de fumar. Eles têm até mais tendência a ter todos os dentes da boca, um sinal de bem-estar.

"Pessoas que bebem moderadamente tendem a ser socialmente avantajadas de formas que não têm nada a ver com seu consumo de álcool", disse Naimi. "Esses dois grupos são como bananas e maçãs". Simplesmente aconselhar as pessoas que não bebem a beber não vai mudar isso, disse ele.(...)


Homens que bebem cerveja ou outras bebidas regularmente podem encarar um maior risco de desenvolver vários tipos de câncer, de acordo com um estudo feito na Universidade McGill, no Canadá. Pesquisadores da Universidade realizaram um questionário com aproximadamente 3.600 homens de 35 a 70 anos e descobriram que os que tinham o costume de beber têm maiores chances de desenvolver câncer do esôfago, estômago, cólon, pulmão, pâncreas, fígado e próstata. Entretanto, quando os pesquisadores observaram o tipo de álcool ingerido pelos homens, perceberam que só a cerveja e bebidas destiladas elevavam os riscos de câncer. Na maior parte, o risco aumentou de acordo com a regularidade com que os homens bebem.

Homens que bebem de uma a seis vezes por semana têm 83% mais chances de desenvolver câncer de esôfago do que aqueles que bebem menos frequentemente, enquanto os que bebem diariamente têm um risco maior.

Além disso, o risco de desenvolvimento de câncer também mostra estar relacionado ao número de anos que os homens bebem diariamente. “Nossos resultados mostram que os consumidores mais ávidos durante toda a vida têm as maiores taxas de riscos de câncer”, afirma a pesquisadora Andrea Benedetti.

Vários estudos sugerem que beber moderadamente – uma ou duas doses diárias, no máximo – são um hábito saudável, principalmente na prevenção de doenças cardíacas (EU DISCORDO!). Entretanto, este estudo sugere que mesmo beber moderadamente pode ser perigoso para o desenvolvimento de cânceres, quando a bebida de sua escolha é a cerveja ou destilados. Fonte: www.criacionismo.com.br
Dêem uma olhada na próxima postagem!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Acordo Brasil X Vaticano

Em Novembro de 2008 o Presidente Lula esteve no Vaticano para assinar uma concordata entre os dois países. Curioso que vimos e lemos muito pouco, ou quase nada, aqui pelo Brasil sobre tal acordo. Jornal Nacional? Fantástico? Que nada! Ninguém noticiou nada no Brasil. Foi um acordo às escondidas. E, parece, tudo combinado com a imprensa.

Curioso é que ao sabermos desse acordo, ficou a expectativa: Quando chegar ao Brasil, para ser aprovado – Câmara, Senado – a gente fica sabendo mais alguma coisa! Nada! Mais curioso ainda é que na quarta-feira das semana passada, 26/08, foi aprovado na Câmara sem nem ao menos soubermos que seria discutido. Pior, foi na "calada da noite", literalmente!

O acordo prevê isenções fiscais, trabalhistas para a Igreja Católica. Ensino Religioso nas escolas de “Ensino fundamental” nos seguintes termos: “ensino religioso católico e de outras confissões”. Se em “alguns” municípios, antes de acontecer o acordo, era o Padre que indicava o(a) professor(a) de Religião (exemplo: São Francisco no Norte de Minas e outras cidades próximas), imagine agora depois do acordo.

Para piorar a situação alguns parlamentares (inclusive da bancada evangélica) que reclamaram dos privilégios para a igreja Católica, receberam um “cala a boca” dos demais com um acréscimo ao texto estendendo os privilégios às demais confissões como se isso resolvesse o problema. Parece brincadeira! Não é isso que precisamos (sou evangélico). A proposta de um estado laico foi por água abaixo. Ao invés de a identificação do estado ser o laicismo, será agora o sincretismo – ao invés do estado ser sem-religião, é agora uma mistura de todas as religiões.

Esse negócio de misturar IGREJA e ESTADO é um perigo. Quem conhece a história do nosso mundo sabe o resultado de tudo isso no período da idade média. VAMOS ABRIR OS NOSSOS OLHOS! E a nossa boca também!

Obs: Ainda vai para o Senado! Que hora vão se reunir para aprovar esse acordo hein? Espero que pensem bem na decisão que estarão tomando!

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

A Política dos maus políticos

A "briga das agendas", arquivamento de acusações sérias, guerras e mais guerras políticas internas no senado e no planalto, tem dado uma pálida descrição do que pode se tornar a política quando temos no cenário quase nenhuma boa opção (creio que ela exista, mas está difícil de encontrar. Quase como uma agulha num palheiro) de bons políticos. Não vou me arriscar aqui, apesar das minhas convicções, a listar nomes daqueles que acho serem bons políticos. Mas creio que eles existem (não como papai-noel, saci-pererê, etc. rsrs).
Agem (os políticos) como se não tivessem que dar satisfação à opinião pública - é verdade que já disseram por aí estarem se lixando para ela - como se fosse a coisa mais normal esse dizer e desdizer, como segue abaixo alguns exemplos.
1) A Ministra Dilma dizia que não encontrou com a secretária da Receita Federal Lina Vieira. Lina, por sua vez, batia o pé dizendo que houve o encontro. Agora a Ministra já aceita que houve o encontro, mas não da forma como está sendo dito;
2) O Senador Aloísio Mercadante, líder do PT no senado, dizia irrevogável sua decisão de se afastar do cargo depois de seus colegas de partido serem favoráveis ao arquivamento das acusações contra o presidente do senado José Sarney. Continua lá como se não tivesse acontecido e nem dito nada;
3) Até a ex-ministra, Marina Silva (que eu tinha em grande conta), andou navegando por essas águas turvas: Primeiro ela disse em entrevista num seminário no UNASP que era criacionista e que era imposível alguém crer em Deus e não ser criacionista - assista a entrevista aqui. Numa entrevista à Marta Salomon da Folha do dia 23/08/09 Marina Silva diz o seguinte: "nunca defendi essa tese e nem me considero criacionista... apenas creio em Deus" . Leia entrevista na íntegra aqui. Bem, que ela tem direito de ser criacionista, evolucionista, ou nenhum dos dois, isso ninguém discute. Mas assim Ministra! Agir como se nada tivesse acontecido, não dá!
Brasileiros!Abramos os olhos, especialmente daqui a alguns meses quando as eleições chegarem novamente. Vamos prestar bastante atenção no que eles dizem. Somos nós (eleitores) que podemos mudar ou não a realidade do nosso Brasil!
Ronilson B. de Melo [RBM]

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Os Adventistas e o ENEM


“Os adventistas seguem estritamente as leis de Deus, de acordo com a Bíblia. O respeito ao sábado se enquadra nas leis morais, explícitas nos mandamentos. Segundo a Bíblia, ao terminar o mundo em seis dias, Deus estabeleceu um dia – o sábado – para que o ser humano parasse com suas atividades e repousasse, para que se lembrasse do Deus Criador.

“‘Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E havendo Deus acabado no dia sétimo a Sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a Sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a Sua obra que, como Criador, fizera’ (Gênesis 2:1-3).

“O quarto dos dez mandamentos morais diz: ‘Lembra-te do dia de sábado para o santificar. Seis dias trabalharás e farás a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu servo, nem tua serva, nem o teu animal, nem os forasteiros das tuas portas para dentro’ (Êxodo 20:1-10).”

O texto acima acompanha uma reportagem sobre os adventistas e o Enem, publicada no jornal catarinense Notícias do Dia, de hoje. Um bom exemplo de bom jornalismo informativo e não tendencioso.

Fonte: www.criacionismo.com.br

Influenza "A" é ameaça aos EUA

OAK BLUFFS, Estados Unidos (Reuters) - A gripe H1N1 representa uma séria ameaça sanitária aos Estados Unidos, disse nesta segunda-feira o Conselho de Assessores de Ciência e Tecnologia do Presidente em relatório.

"O relatório afirma que a atual cepa representa uma 'séria ameaça sanitária' à nação. A questão não é se o vírus é mais fatal do que outras linhagens de gripe, e sim se ele pode infectar mais pessoas do que o comum, porque é um novo vírus contra o qual poucas pessoas têm imunidade", afirmou a Casa Branca.

(Reportagem de Patricia Zengerle) - Reuters